Zé e Manel descansavam debaixo de uma azinheira, aproveitando deliciados cada pequeno segundo de brisa que por eles passava naquela tarde sufocante de Verão.
Zé olhava para o céu azul, enquanto Manel olhava para dentro.
- Vem lá uma nuvem – disse Zé.
- Diz-lhe que eu não estou – respondeu Manel. Não quero ser incomodado.
- Nada disso. Uma nuvem. Daquelas tipo “algodão doce”.
- Então come-a.
- Acorda Manel. Uma nuvem cinzenta num céu azul. Sabes o que costuma significar?
- Humm. Não me ocorre.
- Não precisas correr porque não é para já, mas vai chover.
- Vai tu!!!
- Onde?
- Não sei. Onde tu quiseres. Donde vem mesmo a nuvem? – Perguntou Manel, enquanto abria metade do olho esquerdo. Sim, porque abrir os olhos ao mesmo tempo, enquanto se descansa debaixo duma azinheira, numa tarde sufocante de Verão, pode ser um esforço sobre-humano.
- Dali. Dos lados da do Tio Tóino – respondeu Zé, sem perceber para onde levava a conversa.
- Então não te incomodes. Vai pelo que eu te digo…
- E o caminho é bom? Esse pelo que tu me dizes?
- Garantido – respondeu Manel, só para não ficar calado, porque lhe pareceu má educação.
Passaram 10 minutos e Zé perguntou:
- E o que tu me dizes?
- Que vás. Mas depois volta que aqui está bom.
- Então vou. Até mais.
E Manel aproveitou para descansar…
Zé olhava para o céu azul, enquanto Manel olhava para dentro.
- Vem lá uma nuvem – disse Zé.
- Diz-lhe que eu não estou – respondeu Manel. Não quero ser incomodado.
- Nada disso. Uma nuvem. Daquelas tipo “algodão doce”.
- Então come-a.
- Acorda Manel. Uma nuvem cinzenta num céu azul. Sabes o que costuma significar?
- Humm. Não me ocorre.
- Não precisas correr porque não é para já, mas vai chover.
- Vai tu!!!
- Onde?
- Não sei. Onde tu quiseres. Donde vem mesmo a nuvem? – Perguntou Manel, enquanto abria metade do olho esquerdo. Sim, porque abrir os olhos ao mesmo tempo, enquanto se descansa debaixo duma azinheira, numa tarde sufocante de Verão, pode ser um esforço sobre-humano.
- Dali. Dos lados da do Tio Tóino – respondeu Zé, sem perceber para onde levava a conversa.
- Então não te incomodes. Vai pelo que eu te digo…
- E o caminho é bom? Esse pelo que tu me dizes?
- Garantido – respondeu Manel, só para não ficar calado, porque lhe pareceu má educação.
Passaram 10 minutos e Zé perguntou:
- E o que tu me dizes?
- Que vás. Mas depois volta que aqui está bom.
- Então vou. Até mais.
E Manel aproveitou para descansar…
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