Tudo aquilo que perdemos são
águas que nos levam a um mar de tristezas.
São caixas de música sem a luminosidade dos sons.
Os fantasmas dum passado que o tempo não trará mais,
tristezas duráveis de um futuro infinito.
A pele escamada por um Sol de Verão,
nos beijos húmidos de lábios secos.
As feridas abertas por uma dôr incurável.
Um dormir acordado com os olhos fechados de vida.
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